“Um dia faço as malas e vou percorrer o mundo”. Todo mundo neste momento pensou, porém são poucos os que se atrevem a fazer isso. Mas há um ponto intermediário, uma forma de fugir da rotina diária e voltar a vida nômade, emulando os conquistadores do Oeste: a caravana.

Um universo com muitas funcionalidades especiais, cuja tribo, a dos autocaravanistas, se cumprimentam pela avenida e se apoiam de lado a lado dos fóruns de internet. Mesmo como meter uma moto dentro. As autocaravanas nasceram no final do século XIX e começo do século XX, e são vários os que vêem as suas predecessoras as caravanas que conquistou o Oeste. “Mais que um hobby, é um jeito de vida”, explica Sarille, “pelo menos se passam dois ou 3 meses na caravana”. Um movimento que começou, como acampar ou fazer caminhadas, da França e da Alemanha. Uma idéia de que o campo era um lugar de fuga da cidade, foi dia de hoje, tem provocado a existência de 400.000 caravanas no povo vizinho.

  1. Deverá traduzir o nome da música para o português. Feito
  2. Baía de Halong, a maravilha natural do mundo
  3. Teste de Competências motoras Bruininks Oseretsky, segunda edição (BOT-2)[42]
  4. quarenta e três O Século XX, Semanário Independente, 1 de janeiro de 1904, BPEJ

No Brasil, o parque de autocaravanas rodada 40.000 unidades, o que provoca uma pequeno rede de infra-estruturas. “Na Alemanha, contam com extenso quantidade de áreas de pernoita com árvores e serviços pra se livrar da água suja e recarregar água limpa”, aponta Sarille, para que Portugal ainda sofre com o “toque sul”, compartilhado com a Itália.

entretanto, o escritor se mostra otimista com as melhorias, já que este é um setor com vasto potencial dentro do turismo, principlamente pelas características dos turistas que preferem as ACS. “Na Europa se movem de um milhão de autocaravanas”, comenta Sarille, “com uma melhoria das infra-estruturas chegariam muito mais a Espanha”. “As pessoas que têm uma auto-caravana e fica durante quinze dias em um acampamento é uma minoria, explica Sarille, que como a maioria “mudança de território com periodicidade e sem ter uma rota fixa”.

claro, são algumas as pessoas que escolhem a van como a maneira sublime de férias, todavia costumam haver alguns traços comuns. Geralmente, a maior quantidade dos autocaravanistas pertencem, segundo o autor, às profissões liberais, e destaca-se principlamente a “professores e médicos”. Por outro lado, são bem como diversos os aposentados que “sem encargos pessoais e com a existência resolvida, se lançam à aventura”.

Ademais, os autocaravanistas costumam pertencer à classe média, média-alta e descrever com um colchão econômico relevante. São muitas as dúvidas que surgem no momento em que um se coloca diante de uma autocaravana, todavia a primeira costuma ser a mesma para dezenas de pessoas: o “A maioria das autocaravanas são de menos de 3.500 kg”, esclarece Sarille, “deste modo não tem de um cartão diferente do que o do tipo B, o de carros. O que varia um pouco é o tipo de condução, por causa de, como por exemplo, não tem a altura de um veículo normal e há que ter cautela com o vento ou cada tipo de saída.

“Não se leva muito em afirmar nas varandas”, brinca Sarille. Outro dos pontos que mais faz duvidar ao público é o preço do seguro, talvez o que as pessoas estão mais desinformada. “São muito baixos”, confessa Sorille, “por causa de a célula está em repouso durante diversos meses”.

Uma vez que você tem tudo claro e nos animamos a empreender a viagem, Xosé Manuel Sorillo recomenda rotas pelo povo e até pelo exterior, a despeito de o escritor galego lhe tira a terra. No sul, pra Sarille nada como a Andaluzia interior, “uma delícia”, nas palavras do autor que começa a ter “bastante infra-suporte” pra esse tipo de turismo. E é que viajar em autocaravana é ter todo mundo a um golpe de volante.

nesses discos de 1917, a dupla gravou seu repertório, entre eles “Mi noche amargurado”, o primeiro tango que gravava Gardel. Os discos são comercializados em massa, em quantidades que excediam as 50 000 unidades de cada um, com ganhos na ordem de 8000 pesos por qualquer um. Francisco Defilippis Novoa e em que interpretou o protagonista Fabian. Flor de pêssego, e foi lançado em vinte e oito de setembro de 1917, com muito bom resposta do público, mantendo-se inmensuráveis anos em cartaz e superando os 800 representações.