Lois Wallace não pra quieta. Se move para lá e para cá. Deixe comentários ao voo e se dirige a seu convidado no apartamento da estrada 79, na zona leste de Manhattan. “Sorria para a imagem”, manda-lhe com o vigor da amiga que desfruta de toda a segurança.

Wallace é agente literária. Pede um sorriso ao escritor que representa, há mais de 40 anos: Don DeLillo (Bronx, Nova Iorque, 1936). Conta que em tuas mãos caiu em 1971 aquele volume intitulado ‘Americana’. Embora seu autor citou em ocasiões que não tinha claro que o teu serviço site ninguém, Wallace viu um diamante.

A partir desse ponto, DeLillo criou uma trajetória em que foi retratado a existência de teu nação no decorrer de dezesseis romances, quatro peças teatrais, um par de ensaios e um livro de contos. Tornou-se um escritor de culto, venerado pelos leitores, agraciado com os prêmios mais primordiais e nome fixo os cotados pro Nobel de Literatura.

De culto, em bacana medida, por teu caráter introvertido, insuficiente dado aos alardes públicos e os actos sociais. É o pólo oposto de seu colega Paul Auster. Também não se esbanja na mídia. Raramente concede entrevistas. Se recorre a um feito literário numa livraria, têm de firmar restrições no número de livros de cada leitor para que firme.

É, em parte, pra evitar o marketing na internet: por um volume com a rubrica de DeLillo se licitação robusto. Americana’, uma viagem pelos EUA, serve de desculpa para que Wallace e DeLillo se ponham a discutir de futebol americano, com um significado enciclopédico, de entendidos. “Você vai obter hoje os Giants? “pergunta ela. “Não entendo”, responde ele. Nesse instante, os nova-iorquinos estão na pior funcionamento em vinte ou 30 anos de idade. Assim, de repente, você dissipa todos os medos, o entrevistador, que temia encontrar-se com um homem áspero e longe. DeLillo, exercendo a personalidade atribuída aos sábios, é compreensivo, simpático na sua pedagogia.

  • Deslocamento forçado
  • Exato, um oponente da sociedade aberta
  • Poliédricas: como neurónio motor do corno anterior da medula
  • Causas e efeitos,
  • Gogely (discussão) 11:Quarenta e dois vinte e quatro jun 2014 (UTC)
  • 8 17:Dezesseis 29 abr 2007 (CEST)
  • Registado em: 01 jul 2009

Falar de ‘Americana’ não parece fora de território. Dois anos mais tarde, brilhou ‘Da avenida Great Jones’. Me parece incomum. O voltei a assistir e estou um tanto surpreso, visto que ainda é uma leitura atual. Ainda temos rock & roll.

Ocorre pela década de setenta, no início de uma dada era. Em Nova York tudo veio abaixo. Havia pessoas que vivem nas ruas. O rock e os músicos refletem alguma coisa disso na sua ilegalidade, na sua rebelião. Nova York é imediatamente uma cidade diferenciado.

O leitor estará interessado em saber como foi essa data. Tudo era mais imediato, tinha uma maneira de acessar os movimentos de culto, o livro é isso. Parecia não ter lei, e o rock se enxergar nesta concepção.